A Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo anunciou o encerramento das casas de banho públicas situadas no Largo Dr. Moita, decisão que entrou em vigor a partir desta terça-feira.
Em comunicado, a autarquia lamenta a medida, explicando que, apesar de vários episódios anteriores de utilização indevida, foi feito um esforço para manter o espaço aberto à população. No entanto, a junta refere que “neste momento não estão reunidas as condições necessárias” para garantir o funcionamento adequado das instalações.
Segundo a mesma fonte, o estado em que as casas de banho foram deixadas é considerado “inadmissível”, tendo sido registados vários atos de vandalismo e falta de civismo, como caixotes do lixo partidos, tampas de sanita danificadas e sanitas entupidas com papel.
A junta informa ainda que as imagens recolhidas no local comprovam a situação encontrada e justificam a decisão agora tomada, sublinhando que estes espaços “pertencem a todos e devem ser utilizados com responsabilidade”.
As instalações sanitárias públicas apenas deverão reabrir em ocasiões específicas, nomeadamente durante a realização de eventos no local.
A autarquia termina o comunicado com um apelo ao bom senso e civismo da população, de forma a evitar a repetição de situações semelhantes no futuro.
Uma situação semelhante foi também recentemente denunciada na freguesia de Fazendas de Almeirim. A respetiva junta manifestou “profundo desagrado e repúdio” pelo estado em que foram deixadas as instalações sanitárias do campo do Sporting local, sublinhando que espaços públicos devem ser utilizados com respeito, civismo e sentido de responsabilidade.
A autarquia destacou ainda que, apesar do esforço diário na manutenção e limpeza, continuam a verificar-se comportamentos que revelam falta de cuidado pelo bem comum. Nesse sentido, garantiu que continuará a trabalhar para assegurar condições dignas aos utilizadores, apelando à colaboração da população para preservar os equipamentos públicos.
Em Benfica do Ribatejo, a junta termina o comunicado com um apelo ao bom senso e civismo da população, de forma a evitar a repetição de situações semelhantes no futuro.
