O Teatro Sá da Bandeira, em Santarém, apresentou aos professores das escolas do concelho a programação destinada ao ano letivo 2026/2027, numa aposta que pretende aproximar crianças e jovens das artes e reforçar a ligação entre o equipamento cultural e a comunidade escolar.

A apresentação decorreu no dia 8 de setembro e permitiu dar a conhecer aos docentes as propostas preparadas para diferentes idades e ciclos de ensino, desde o pré-escolar ao ensino secundário.

A programação reúne teatro, música, dança, circo, cinema de animação, oficinas, visitas guiadas com componente de espetáculo e projetos multidisciplinares. As atividades procuram cruzar diferentes linguagens artísticas com os percursos escolares e proporcionar experiências que estimulem a curiosidade, a imaginação e o pensamento crítico dos alunos.

Parte das propostas ultrapassa o próprio palco do Teatro Sá da Bandeira. Estão previstas oficinas em contexto escolar, visitas ao teatro e atividades de exploração musical, permitindo aos alunos conhecer os bastidores, contactar diretamente com artistas e perceber os processos de criação associados às diferentes disciplinas artísticas.

A programação procura garantir um contacto continuado com as artes ao longo do percurso escolar, através de propostas adaptadas às diferentes faixas etárias.

A formação de novos públicos assume-se como um dos principais objetivos do projeto educativo do Teatro Sá da Bandeira. A intenção passa por levar mais crianças e jovens ao equipamento cultural, criando hábitos de fruição cultural e promovendo uma relação próxima com o teatro desde as primeiras idades.

Neste processo, o TSB destaca também o papel dos professores na preparação e acompanhamento das atividades, bem como no prolongamento, em contexto escolar, das experiências proporcionadas pelos espetáculos e restantes iniciativas.

“O Teatro Sá da Bandeira é uma casa da Cidade”, afirma-se no caderno de programação entregue aos professores.

Com a programação para 2026/2027, o objetivo é que crianças e jovens conheçam essa “casa”, regressem ao espaço e reconheçam o Teatro Sá da Bandeira como parte integrante da vida cultural da cidade.